Não. Essa expressão não se refere aos malabarismos que fazemos para pagar as contas, muito menos sobre formas criativas de decorar o cofrinho de moedas. O termo, de acordo com o autor inglês John Howkins, refere-se às atividades nas quais os indivíduos acreditam e exercitam a sua imaginação e exploram o seu valor econômico. Na economia criativa a matéria-prima não é o papel, o algodão ou a farinha de trigo: são a criatividade e a inovação.
"Como ninguém pensou nisso antes?"
Fonte da imagem: www.crasp.gov.br
Essa frase resume o fundamento da economia criativa. Atualmente, para ser competitivo não basta apenas saber usar e investir o dinheiro. É necessário ir além do preço e qualidade, é preciso conquistar consumidores pelos diferenciais. Assim, botar a cabeça pra funcionar e exercitar a criatividade em busca de inovação pode ser o que vai fazer a sua empresa se destacar!
Inovação não é fator restrito aos produtos tecnológicos. Engana-se quem pensa que apenas os celulares, tables, notebooks devem apresentar novas tecnologias, aplicativos...
É por isso que você deve estar, também, atento às novidades do seu segmento. Aplicativos como o Instagram, Facebook e Youtube, que recebem novas informações diariamente, são excelentes fontes de pesquisa e incentivam o exercício da criativiade.
Aqui no site traremos inspirações para você conhecer mais sobre economia criativa, inspirar-se e buscar o que te faz diferente no mercado! Acompanhe!
Fonte: odiario.com

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